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Apresentamos a partir desta edição a nova fase da The Incoming Brief, newsletter desenvolvida pela FleishmanHillard Brasil que agora traz como parceiro editorial o LIDE Bélgica. A mudança marca a evolução da publicação que você já acompanhava, agora com foco renovado em oportunidades de negócios e investimentos entre Brasil e Europa, sem perder de vista outros mercados globais, incluindo a Ásia e os Estados Unidos.
Nesta nova etapa, a The Incoming Brief amplia sua cobertura, trazendo análises de cenário, entrevistas com especialistas, leituras regulatórias e insights estratégicos para empresas, investidores e tomadores de decisão interessados em fortalecer sua presença no mercado europeu e em outros hubs internacionais, com apoio de GIN Capital e AEGEA.
Obrigado por continuar nesta jornada conosco e boa leitura!

Indústria da transformação: o novo desenho para o fluxo Mercosul-UE
Com a aprovação do acordo Mercosul–União Europeia pelo Congresso brasileiro em março e a decisão de Bruxelas de aplicar provisoriamente o tratado a partir de 1º de maio de 2026, o tema entra no centro das decisões empresariais.
O impacto vai muito além de tarifas menores: ele altera o custo relativo de produzir, importar, investir, exportar e competir. E um setor, em especial, tende a sentir os efeitos desse novo ciclo com mais intensidade: a indústria da transformação. O segmento continua entre os pilares da economia brasileira, respondendo por 11,3% do PIB brasileiro, 24,1% da arrecadação federal e 20,6% do emprego formal.
O novo tabuleiro de exportações e investimentos
A relação econômica entre Brasil e União Europeia já vinha se aprofundando antes mesmo da entrada em vigor do acordo. Em 2025, 46,2% das exportações brasileiras de bens e serviços vieram da indústria de transformação. A União Europeia, por sua vez, já ocupa posição central nesse tabuleiro: as exportações brasileiras para o bloco somaram US$ 49,8 bilhões em 2025, enquanto as importações alcançaram US$ 50,3 bilhões.
Com a aplicação provisória do acordo, esse fluxo tende a ganhar novo impulso e maior escala. A eliminação gradual de tarifas sobre 91% dos bens europeus exportados ao Mercosul e sobre 95% das exportações do bloco sul-americano para a UE amplia a previsibilidade, reduz custos e cria condições mais favoráveis para bens industrializados, serviços, investimentos e compras públicas.
O acesso ampliado ao mercado europeu, combinado à possibilidade de importar tecnologia, insumos e bens de capital a menor custo, pode acelerar a modernização produtiva brasileira. Setores como máquinas e equipamentos, autopeças, aeronáutico, eletroeletrônico, bens de capital e químicos especializados entram nesse novo ciclo com espaço para avançar, sobretudo em nichos ligados à manufatura verde, à transição energética e à digitalização industrial.
Há também uma dimensão mais ampla de investimento. A União Europeia já é o principal investidor produtivo no Brasil, e o acordo fortalece a tese do país como plataforma industrial para atender simultaneamente a América Latina e mercados externos. Energia renovável em escala, acesso a insumos estratégicos e um mercado regional relevante compõem uma combinação especialmente atrativa em um contexto internacional de reorganização de cadeias produtivas.
Ao mesmo tempo, a ampliação da rede de acordos do Mercosul com Singapura e EFTA reforça a inserção externa do Brasil e amplia a cobertura de preferências tarifárias.
O teste da competitividade
Segundo a UNIDO, a indústria de transformação brasileira foi a 15ª maior do mundo em 2024, com participação de 1,17% no PIB global. Já nas exportações, o país ocupa apenas a 30ª posição, segundo a OCDE. A distância entre capacidade produtiva e presença internacional revela uma oportunidade clara de expansão, mas também evidencia um desafio histórico de competitividade.
A abertura comercial expõe a indústria brasileira à concorrência de empresas europeias que operam com maior produtividade, financiamento mais barato, escala superior e forte apoio à inovação e à descarbonização. Em segmentos como máquinas, químicos finos, fármacos e bens de capital, a pressão competitiva tende a se intensificar rapidamente.
O acordo reduz barreiras tarifárias, mas eleva a barra de exigência.
Para capturar os ganhos potenciais do acordo, o Brasil terá de enfrentar gargalos históricos que encarecem a produção e reduzem produtividade. Sem isso, a abertura ao mercado europeu tende a expor fragilidades mais do que gerar ganhos.
Essa leitura é compartilhada por José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, que resume: o acordo pode beneficiar consumidores e agronegócio, mas impõe um teste duro à indústria de transformação se o país não avançar em ambiente de negócios, custo de capital e eficiência macroeconômica.
A avaliação geral é que a principal mudança para as empresas brasileiras já aconteceu: independentemente do ritmo político da ratificação, as exigências regulatórias europeias já produzem efeitos concretos sobre cadeias produtivas, acesso a mercado e competitividade. Esperar pela conclusão formal do acordo pode significar perder tempo estratégico.
O ponto crítico não é apenas cumprir as regras, mas provar conformidade com evidências verificáveis. Em um ambiente em que instrumentos europeus de rastreabilidade, diligência prévia e governança se consolidam como filtros de mercado, empresas menos estruturadas tendem a enfrentar custos mais altos de adaptação ou mesmo restrições de acesso.
O fator reputacional também muda de patamar. Para competir na Europa, preço e qualidade já não bastam. Confiança institucional, consistência entre discurso e prática e alinhamento com padrões ambientais e sociais passam a funcionar como condição de entrada. Na prática, reputação vira ativo estratégico e filtro competitivo.
Por isso, o acordo pode produzir dois efeitos muito distintos. Em um cenário, aprofunda fragilidades históricas da indústria brasileira e amplia a perda de participação para concorrentes mais preparados. Em outro, funciona como catalisador de um novo ciclo de modernização, internacionalização e reposicionamento em cadeias de maior valor agregado.
O desfecho dependerá da velocidade de adaptação das empresas.
A agenda de expansão da indústria
No curto e médio prazo, três vetores concentram as oportunidades mais concretas para a indústria da transformação brasileira.
O primeiro é ampliar participação em nichos nos quais o país já atua, mas ainda com baixo grau de processamento, como siderurgia, papel e celulose, derivados de soja e insumos químicos intermediários.
O segundo é usar o acordo como alavanca para atrair investimento europeu em plantas industriais no Brasil. A combinação entre energia limpa, acesso a insumos estratégicos e mercado regional reforça a tese do país como plataforma produtiva.
O terceiro é aprofundar a inserção em cadeias globais de valor em áreas nas quais a UE busca diversificar fornecedores, como energias renováveis, equipamentos industriais e tecnologias ligadas à transição climática e digital.
As oportunidades mais promissoras não estarão apenas onde o Brasil oferece volume, mas onde consegue se posicionar como parte da solução.
A União Europeia está redefinindo o próprio conceito de competitividade
À frente do LIDE Bélgica, em Bruxelas, Jogi Humberto Oshiai ocupa hoje uma posição privilegiada para observar como a União Europeia está reorganizando sua agenda de comércio, governança e competitividade em um contexto de transição energética, pressão regulatória e reconfiguração das cadeias globais de valor.
Com uma trajetória construída ao longo de décadas no coração institucional da Europa, atuando em diplomacia econômica, comércio internacional e estratégia corporativa, Oshiai acumulou experiência em funções voltadas à relação entre América Latina e União Europeia, com passagens por organizações como O’Connor & Company e FratiniVergano. Agora, lidera o relacionamento com organismos centrais como a Comissão Europeia, o Conselho da UE, o Parlamento Europeu e o Tribunal de Justiça da União Europeia, além de governos, embaixadas e câmaras de comércio.
Nesta entrevista, ele analisa o novo estágio do acordo UE–Mercosul, os sinais políticos e regulatórios que já estão saindo de Bruxelas e os impactos concretos para empresas brasileiras.
O acordo UE–Mercosul avançou institucionalmente em janeiro, mas ainda convive com incertezas políticas e jurídicas. O que mudou, de fato, para as empresas brasileiras desde então?
O acordo voltou ao radar com maior viabilidade política, mas ainda sem prazo claro para sua conclusão. O avanço institucional recente trouxe direção, mas não necessariamente velocidade. O debate passou a depender, em grande medida, da dinâmica política dos Estados-membros e ganha uma nova camada de complexidade com as discussões jurídicas no Tribunal de Justiça da União Europeia, especialmente sobre a natureza do acordo e seu processo de ratificação.
Enquanto isso, a realidade para as empresas brasileiras já mudou. As exigências regulatórias europeias estão em vigor na prática e já produzem efeitos concretos sobre cadeias produtivas, acesso a mercado e competitividade. Por isso, quem começar a se adaptar desde já aos padrões europeus estará mais bem posicionado, com ou sem acordo.
Em Bruxelas, a percepção hoje é de que o acordo já entrou em fase irreversível ou ainda existe risco real de atraso relevante ou mudanças antes da implementação?
A percepção predominante é a de que o acordo é visto como inevitável, desde que certas condições políticas, jurídicas e regulatórias sejam devidamente acomodadas.
Ainda existe risco real de atrasos, sobretudo em função de pressões políticas, especialmente na França, onde o tema continua a mobilizar sensibilidades econômicas e eleitorais.
Por isso, o cenário mais provável não é o de uma conclusão linear ou imediata, mas o de um avanço gradual, negociado e permanentemente sujeito a calibragens políticas e legais.
A possibilidade de aplicação provisória altera o timing das empresas? Isso exige uma postura imediata das companhias ou ainda há espaço para esperar maior definição regulatória?
Tenho afirmado e registrado que a possibilidade de aplicação provisória do acordo altera significativamente a dinâmica para as empresas brasileiras. Setores estratégicos podem acessar o mercado europeu mais cedo, mas ainda estarão sujeitos a regras passíveis de ajustes.
Isso exige postura proativa, especialmente em áreas como compliance ambiental, rastreabilidade, ESG, transição energética, descarbonização, governança digital e cadeias de suprimento. Padrões que já estão em vigor e tendem a se tornar globais. Esperar significa abrir espaço para concorrentes que já se prepararam.
Mesmo na ausência de aplicação provisória imediata, adiar a adaptação aumenta o risco de ficar atrás de quem já cumpre os critérios europeus. Portanto, a recomendação de quem acompanha de perto os temas de Bruxelas é clara: começar agora, mantendo flexibilidade para ajustes futuros.
Qual o principal erro estratégico que as empresas podem cometer neste momento?
É esperar passivamente pela ratificação completa do acordo. Muitas empresas brasileiras ainda encaram o acordo como um evento futuro, quando, na prática, as exigências regulatórias e de ESG já estão em vigor na Europa.
Ignorar a adaptação prévia a padrões como o EU Deforestation Regulation pode gerar barreiras de mercado imediatas. Também é arriscado subestimar o componente político e jurídico, incluindo decisões do Tribunal de Justiça da União Europeia, que podem alterar prazos ou condições de acesso.
Qual o peso do papel reputacional para a entrada no mercado europeu?
O fator reputacional tornou-se central. Não se trata mais apenas de competitividade em preço ou qualidade, mas de confiança institucional e ambiental. As empresas brasileiras passam a ser avaliadas pela consistência entre discurso e prática, especialmente em temas como desmatamento, direitos humanos e governança.
Na prática, a reputação já funciona como um filtro de mercado. Empresas com exposição negativa nesse campo enfrentam barreiras indiretas, mesmo quando cumprem os requisitos técnicos. Por isso, a reputação deixou de ser apenas uma questão de imagem: tornou-se um ativo estratégico e uma condição de acesso, não só para as empresas, mas também para os países.
A exigência europeia em temas como rastreabilidade, governança e diligência prévia pode virar uma barreira prática para empresas brasileiras menos preparadas? Qual a importância da capacidade de provar conformidade?
As exigências europeias têm grande potencial de se tornar barreiras práticas ao comércio. Instrumentos como o EU Deforestation Regulation e as diretivas de diligência prévia impõem obrigações que vão além do produto, atingindo toda a cadeia de valor.
O ponto crítico não é apenas cumprir, mas demonstrar conformidade com evidências verificáveis. Empresas menos estruturadas tendem a enfrentar custos elevados de adaptação ou até exclusão do mercado. Isso reforça a necessidade de investimentos imediatos em sistemas de controle, monitoramento e transparência.
Quais ajustes as empresas já deveriam estar revisando agora e quais seriam os movimentos prioritários nos próximos meses para não perder timing?
Do ponto de vista operacional e estratégico, as empresas brasileiras já deveriam estar revisando sua governança, cadeia de suprimentos e estrutura internacional.
A rastreabilidade ponta a ponta — como dizia o Comissário europeu David Byrne, “from the farm to the fork” — deixou de ser um diferencial. Duas décadas depois, a famosa frase se tornou um requisito básico no Green Deal da UE.
Modelos societários e presença local na Europa também ganham relevância, facilitando acesso e garantindo compliance. Nos próximos seis a doze meses, o foco deve estar em certificações, transparência e adaptação regulatória. Quem iniciar esse processo agora terá vantagem competitiva clara quando o acordo avançar.
Para um CEO ou conselho de administração, quais indicadores ou temas deveriam entrar imediatamente no radar a partir desse novo cenário?
Para CEOs e conselhos de administração, o acordo traz uma agenda nova, que precisa entrar imediatamente no radar estratégico. O risco regulatório europeu passa a ter peso equivalente ao risco financeiro ou operacional.
Indicadores como ESG, rastreabilidade e exposição reputacional devem ser monitorados no nível mais alto da governança, lembrando que já caminhamos para o ESG 2.0.
Além disso, é essencial avaliar a capacidade de capturar valor em mercados premium. Trata-se de uma mudança estrutural na forma de competir internacionalmente, que exige visão estratégica e proatividade desde já.
Quais setores brasileiros chegam a essa nova fase com oportunidades mais claras e imediatas?
O agronegócio com rastreabilidade, energia renovável e alimentos de maior valor agregado são exemplos claros. A mineração, quando alinhada a certificações e práticas sustentáveis, também tende a se beneficiar. Esses setores já dialogam melhor com as exigências da União Europeia. Ainda assim, o acesso ao mercado dependerá da capacidade de comprovar conformidade de forma consistente.
Onde estão as oportunidades menos óbvias para empresas brasileiras?
As oportunidades menos óbvias estão em áreas nas quais a União Europeia busca soluções, e não apenas fornecedores. Tecnologias aplicadas à rastreabilidade, economia circular e bioeconomia ganham espaço relevante. Serviços ligados à agenda ESG e compliance também tendem a crescer.
As empresas brasileiras que se posicionarem como parte da solução terão vantagem competitiva. O valor passa a residir cada vez mais na sofisticação, e não apenas no volume.
Quais setores brasileiros correm risco de perder mercado caso não implementem ganhos reais de produtividade, inovação e diferenciação?
Modelos baseados exclusivamente em commodities, sem diferenciação, enfrentam pressão crescente. Baixa produtividade, ausência de inovação e falta de transparência agravam ainda mais esse cenário.
Mesmo com a redução tarifária, esses fatores podem impedir o acesso ao mercado europeu. O risco é estrutural e exige transformação profunda, e não apenas ajustes pontuais.
O acordo pode reposicionar o Brasil como plataforma regional para cadeias globais de valor indo além da atração de investimento europeu? Em quais frentes isso tende a ser mais viável?
Sim, mas isso não ocorrerá automaticamente. Há espaço para o país atuar como plataforma em agroindústria, energia limpa e minerais críticos. No entanto, esse reposicionamento dependerá de ganhos concretos em competitividade, escala e credibilidade.
A integração com a União Europeia pode ampliar investimentos, mas será seletiva. O Brasil, como tenho afirmado ao longo do tempo, precisará demonstrar alinhamento consistente com padrões internacionais.
Se você tivesse que deixar uma mensagem para os líderes empresariais brasileiros, qual seria a principal decisão que não pode mais ser adiada?
A União Europeia não está apenas impondo novas exigências. Está redefinindo o próprio conceito de competitividade.
Em um mercado onde confiança, conformidade e transparência passam a determinar acesso, financiamento e reputação, as empresas que se anteciparem estarão melhor posicionadas para crescer e liderar. As que esperarem correm o risco de perceber, tarde demais, que já não estão apenas menos competitivas — estão fora do jogo.
Quem participa da conversa ajuda a moldar os resultados. Esse é, também, o espaço de atuação do LIDE Bélgica: aproximar lideranças empresariais dos centros de decisão e fortalecer a presença estratégica de quem quer competir e crescer na Europa.

Construindo Pontes: Relações Brasil, Bélgica e União Europeia
26 de maio, São Paulo
O LIDE Bélgica, em parceria com o Consulado da Bélgica em São Paulo, promove o jantar “Construindo Pontes: Relações Brasil, Bélgica e União Europeia”. O evento acontece em um momento estratégico, à luz das recentes discussões e da aprovação do acordo Mercosul-União Europeia. O objetivo é fomentar o diálogo e estreitar laços comerciais e diplomáticos entre as nações, explorando as novas oportunidades que este cenário proporciona. O encontro contará com a presença de convidados ilustres e especialistas que compartilharão suas visões sobre o futuro dessa cooperação.
Para mais informações, entre em contato com [email protected] e [email protected]
Brazil Climate Investment Week 2026
19 de maio, São Paulo
A Brazil Climate Investment Week reúne mais de 300 investidores de cerca de 130 instituições, além de CEOs e family offices, para discutir mobilização de capital rumo a uma economia de baixo carbono. Organizado pela Converge Capital e o Capital for Climate, o encontro foca em finanças climáticas, soluções baseadas na natureza e oportunidades concretas de investimento em projetos brasileiros com apelo global.
Brazil Critical Minerals Summit 2026
17 e 18 de junho, Belo Horizonte
Endossado pela Invest Minas e pelo governo de Minas Gerais e coorganizado pela Atlas Lithium, o Brazil Critical Minerals Summit 2026 é hoje uma das principais plataformas globais de negócios e investimentos em minerais críticos no Brasil. O evento reúne lideranças de mineração, finanças e governo para debater projetos, estratégias de financiamento, cadeias de valor ligadas à transição energética (como baterias e armazenamento) e sustentabilidade no setor.
EU Digital Summit 2026
9 de junho, Bruxelas
Promovido pela European Business Summits, o EU Digital Summit 2026 terá como tema “Breaking Digital Barriers: From Digital Ambition to Industrial Competitiveness”. O encontro reunirá formuladores de políticas da União Europeia, reguladores, líderes empresariais e stakeholders financeiros para discutir como transformar o arcabouço regulatório digital europeu (IA, dados, cibersegurança, infraestrutura e plataformas) em ganhos concretos de competitividade, produtividade e investimento no Mercado Único. É uma agenda estratégica para C-levels e investidores que acompanham de perto o impacto da regulação digital europeia sobre inovação, cadeias globais e oportunidades de negócios com o bloco.
Brazilian Week 2026 NY
11 a 14 de maio, Nova York
Promovida pela plataforma MONEY REPORT, a Brazilian Week NY reúne, ao longo de quatro dias, uma delegação de líderes empresariais e investidores em uma rodada intensa de seminários, conferências e encontros privados na capital financeira do mundo. A programação combina debates sobre cenário internacional e economia brasileira com temas como ESG, inteligência artificial, inovação, geopolítica e negócios.



